Na primeira parte desse texto informativo sobre o Reino de Deus observamos sua existência na dimensão eterna, suas características como nação independente e soberana sobre as demais nações que conhecemos na terra, e iniciamos uma explicação sobre como fazemos para adquirir a cidadania nesse lugar.
Agora vamos conhecer um pouco mais sobre a aquisição da cidadania no Reino observando outros pontos importantes, que vão proporcionar um maior entendimento no que se refere ao empoderamento de tal cidadania.
Como vimos no texto anterior, para ser um cidadão do Reino de Deus é preciso literalmente NASCER lá, e, inclusive, esta é a única forma de entrar lá. Em nosso mundo material, podemos sair e entrar de outros países apresentando um passaporte, e em alguns casos com devida autorização: o visto, e adquirir cidadania em outras nações diferentes daquelas onde nascemos ao cumprirmos os requisitos estabelecidos pelas leis de cada uma.
Porém, nascer dentro do melhor de todos os lugares - um evento chamado por Jesus de "nascer de novo" ou "novo nascimento", se tornou possível graças ao acordo especial firmado entre o Criador e toda a humanidade através da morte e ressurreição de Jesus Cristo.
A cidadania no Reino de Deus, após adquirida, passa a ser ANTERIOR à cidadania no mundo; ela é considerada a primeira cidadania de alguém, pois o Reino de Deus foi concebido antes da nossa realidade material ser criada, pois esse foi o lugar de onde o nosso universo e tudo quanto há nele vieram.
Seguindo um protocolo único e simples, mas necessário, podemos ser justificados e posteriormente nascer no Reino, ser afiliados ao Pai Criador e ser seus herdeiros ou "herdeiros da vida eterna".
A legalização da cidadania no Reino de Deus não exige nenhum pagamento em dinheiro, como também não vai exigir o pagamento de nenhum imposto ou taxa mensal para a manutenção do lugar. O Reino de Deus é mantido pela palavra do Criador, que se manifesta pelo poder de sua autoridade e soberania.
Ao nascermos no Reino de Deus, automaticamente nós passamos a ser seus representantes enquanto estamos na terra, e ficamos cientes que a realidade desse lugar é totalmente diferente da nossa realidade terrena.
Porém, sendo cidadãos do Reino, devemos também ter ciência de que estaremos submissos às suas leis em primeiro lugar, antes de obedecer qualquer lei ou regra neste mundo, e isso significa obedecer às ordens e instruções do Rei Jesus descritas especialmente no Novo Testamento da Bíblia Sagrada cristã.
Estas leis e regras nos informam sobre como devemos nos comportar entre nossos co-cidadãos (irmãos na fé) e também entre aqueles que não fazem parte do Reino, para que especialmente os que não conhecem esse lugar saibam que agora pertencemos a essa maravilhosa nação, e que ela é sim tão REAL quanto todo o nosso universo físico.
O protocolo para se nascer no Reino de Deus consiste em declarar, na presença de uma ou mais testemunhas, que já sejam cidadãs do Reino de Deus, a fé no Senhor Jesus Cristo, aceitando o seu governo sobre si e aceitando também a justificação disponibilizada por ele a toda humanidade.
O acordo feito entre Deus e os homens pelo sacrifício de Cristo na cruz limpa totalmente a quem a ele aderir de toda transgressão à justiça de Deus. Portanto, é o cumprimento desse requisito que nos faz nascer dentro do Reino, uma vez que lá os transgressores da reta justiça de Deus não podem estar.
Essa declaração falada deve em seguida ser confirmada com um rápido mergulho em água em qualquer lugar onde se possa mergulhar e submergir em segurança. No entanto, essa parte do protocolo, se não puder ser cumprida por motivo de força maior, não invalida a declaração falada diante de uma ou mais testemunhas, que é o principal ponto a se cumprir.
Após essa declaração e confirmação de fé, o indivíduo deve sempre lembrar que aderiu a esse acordo participando de um memorial junto com outros cidadãos do Reino de Deus (irmãos em Cristo).
Essa cerimônia é chamada de Santa ceia, e é um ato simbólico. Em nossos dias ela é feita com um pequeno pedaço de pão e um pouco de suco de uva, que não é uma refeição: apenas serve para confirmar que foi estabelecido um acordo eterno através da morte e ressurreição de Cristo, até que Ele retorne e seja visto pelas nações da terra, assim como prometeu.
O memorial da ceia é um mandamento estabelecido pelo próprio Cristo, e não deve ser quebrado para a nossa própria proteção, uma vez que ele está sempre nos trazendo à memória a realidade eterna à qual pertencemos e ainda não estamos vendo com nossos olhos naturais.
O memorial da ceia é um mandamento estabelecido pelo próprio Cristo, e não deve ser quebrado para a nossa própria proteção, uma vez que ele está sempre nos trazendo à memória a realidade eterna à qual pertencemos e ainda não estamos vendo com nossos olhos naturais.
Por não podermos ver a dimensão eterna ainda, somos sempre levados a esquecer dela pelos entretenimentos da vida terrena, e, sem lembrar dela continuamente, ficarmos à mercê das situações ao nosso redor, deixando de usufruir da boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nós.
E além disso, ao esquecer do acordo feito entre Deus e os homens pelo martírio de Jesus, também esquecemos da promessa de Sua vinda, que é a principal motivadora para continuarmos firmes na fé. Por isso, é importante que a Santa Ceia seja feita pelo menos uma vez por mês.
Existem muitos ajuntamentos de cristãos no mundo, e no meio deles estão os cidadãos do Reino de Deus. No entanto, nem todos os que se dizem cristãos são de fato cidadãos do Reino, e isso pode ser percebido no comportamento diferenciado dessas pessoas, que vem do entendimento do Reino de Deus e de Sua justiça adquirido através da meditação no conteúdo das escrituras bíblicas.
É importante que novos convertidos tenham acesso as congregações que procuram obedecer fielmente ao protocolo para a legalização da cidadania no Reino de Deus citado acima, pois isso indica que esses locais estão em unidade com o Rei Jesus Cristo e ensinam o que realmente vem d'Ele.
É bom lembrar que mesmo após aceitarem a Cristo como seu único e suficiente salvador, qualquer um ainda pode pecar contra a reta justiça de Deus, por não conseguir impedir o tempo todo a influência de sua carne, que continua separada dele por causa da maldade que há nela.
É bom lembrar que mesmo após aceitarem a Cristo como seu único e suficiente salvador, qualquer um ainda pode pecar contra a reta justiça de Deus, por não conseguir impedir o tempo todo a influência de sua carne, que continua separada dele por causa da maldade que há nela.
Essa maldade só será retirada de nós completamente quando ascendermos aos céus, no dia da vinda do Senhor Jesus. Até lá estaremos numa luta constante a fim de manter nossa carne dominada pela verdade da palavra de Deus.
Então, o conhecimento da justificação dada gratuitamente por Cristo e do contínuo arrependimento de pecados é crucial para que a fé nEle não se esfrie, e as pessoas não desistam de congregar. A unidade na fé entre os cidadãos do Reino de Deus é o que os manterá firmes até a Sua segunda vinda.
As informações sobre o Reino de Deus contidas neste texto são verdadeiras e confiáveis; elas estão acessíveis para todos no Novo Testamento da Bíblia Sagrada cristã.
As informações sobre o Reino de Deus contidas neste texto são verdadeiras e confiáveis; elas estão acessíveis para todos no Novo Testamento da Bíblia Sagrada cristã.
Missionária Oriana Costa

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Seja bem vindo(a) ao Blog Sala Gospel. Sua mensagem será avaliada e se obedecer aos critérios de boa conduta será postada em breve. Agradecemos a compreensão.