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terça-feira, 3 de março de 2020

Feliz é aquele que não se escandaliza por minha causa.

Nesse trecho do evangelho, Jesus estava falando com os mensageiros que o seu primo João Batista havia lhe enviado; o profeta João, que naquele momento estava preso, queria confirmar se Jesus era mesmo o Messias (aquele que o Pai Criador havia de enviar ao mundo a fim de justificar a todos de suas transgressões diante dele).

João Batista, apesar de ter batizado a Jesus no rio Jordão, ter falado profeticamente a respeito dele durante o evento e ainda ter tido uma visão do Espírito de Deus pousando sobre Jesus em forma de uma pomba no momento (leia João 1:29-37), acabou FICANDO COM DÚVIDAS a respeito da procedência de Jesus!

Por causa disso, enviou até ele alguns de seus discípulos para pedir confirmação: "João, ao ouvir na prisão o que Cristo estava fazendo, enviou seus discípulos para lhe perguntarem: És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?" (Mateus 11:2,3)

Mas, como foi possível o profeta João duvidar de Jesus, depois de tudo o que vivenciou? - Essas dúvidas surgiram na mente do profeta por causa dos boatos advindos da agitação que os feitos de Cristo estavam provocando nas pessoas, especialmente nos fariseus, que tinham inveja de Jesus.

Por causa do tipo de pergunta que fez a Jesus, observarmos que João Batista muito provavelmente estava começando a se escandalizar com as notícias distorcidas que estavam chegando aos seus ouvidos sobre o que Jesus estava fazendo.

Então, o Rei Jesus lhe enviou a resposta: "Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e vendo: os cegos vêem, os mancos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e as boas novas são pregadas aos pobres; e feliz é aquele que não se escandaliza por minha causa." (Mateus 11:4-6)

Foi para advertir o profeta João Batista que não acreditasse em tudo o que estava sendo dito sobre ele, portanto, que Jesus fechou sua resposta com a frase "feliz é aquele que não se escandaliza por minha causa".

O profeta, pelo conhecimento que tinha das escrituras e pela experiência que já tinha tido pessoalmente com Jesus, sabia que Ele era o Cristo e qual era a sua missão, e não tinha motivos para acreditar mais no falatório confuso das pessoas do que naquilo que já sabia com exatidão.

Missionária Oriana Costa.



sábado, 1 de fevereiro de 2020

O perigo de entendermos errado a vontade de Deus

Este conselho da palavra de Deus nos chama a atenção para um detalhe: assim como uma arma de fogo em mãos erradas pode levar a um terrível acidente, o conhecimento da Justiça de Deus sem o entendimento correto pode ser muito danoso, tanto para quem passa como para quem recebe.

Uma pessoa bêbada que segura um ramo de espinhos tanto vai se ferir como vai ferir quem estiver perto dela. É para este perigo que a sabedoria da palavra de Deus está nos alertando.

E este alerta também é feito por um motivo importante: a falta de entendimento da Justiça de Deus é que abre as conhecidas "brechas" em nossas vidas para que o Maligno nos ataque, ou use nossas vidas para atacar outras pessoas, sabendo que nem nós nem os outros vamos lhe oferecer qualquer resistência.

Sem a iluminação do conhecimento da justiça de Deus é impossível discernir e resistir às sugestões e sutilezas do Maligno.

Por exemplo: se ao lermos algum trecho da palavra de Deus interpretarmos que "Deus é quem tira a vida das pessoas quando Ele deseja", sem observar o contexto em que  o tal trecho se insere, e desconhecendo todo o restante das informações contidas sobre a Justiça de Deus nas escrituras bíblicas, o Maligno encontra em nós uma brecha para NOS ATACAR a qualquer momento, ou atacar as vidas dos que estão perto de nós quando ele bem quiser, e nós não vamos perceber que é ele quem está agindo: e assim, não vamos lhe oferecer nenhuma resistência.

No entanto, a palavra de Deus nos ensina que Deus é bom, que Ele é Luz, e que podemos sim resistir as obras Maligno (que são morte, roubo e destruição - leia João 10:10) nos revestindo da armadura de Deus (leia Efésios 6:11-18).

Não é tarefa de Deus resistir às sutilezas e obras do Maligno: essa tarefa é nossa. E Jesus Cristo deixou isso bem claro no momento final de seu jejum, quando estava fisicamente fraco: o Diabo se aproveitou da ocasião para tentá-lo o máximo possível, sabendo quem Ele era e o motivo pelo qual estava entre nós; no entanto, Cristo resistiu à ação de Satanás COM O CONHECIMENTO DA JUSTIÇA DE DEUS. Observe que Jesus homem não orou ao Pai pedindo para ser livrado do Diabo, mas o confrontou frente a frente, resistindo-o e vencendo-o.

Então, é  bom estarmos conscientes de que a tarefa de Deus é nos fornecer os meios para discernir, rejeitar e vencer o mal, que obviamente não está vindo dele.

Então, por causa de um conhecimento equivocado da vontade de Deus, nós mesmos vamos perecendo ou vendo nossos familiares e amigos perecerem, achando que foi "Deus quem quis assim" (quando a pessoa nasce deficiente, por exemplo) ou foi "Deus quem levou" (quando as pessoas morrem), e que devemos nos resignar a isso.

A palavra de Deus nos avisa que é pela falta de entendimento da verdade que o Maligno oprime as pessoas. E a opressão não é a vontade de Deus para nós, definitivamente! Ele deseja que nós saibamos o que realmente ocorre quando alguém morre, quando sofremos, adoecemos e temos grandes perdas e prejuízos, e que possamos usar o conhecimento correto da sua Justiça para nos proteger da ação do mal, resistí-la e vencê-la.

Foi por causa disso que Jesus falou: "Vocês estão enganados porque não conhecem as Escrituras nem o poder de Deus!"(Mateus 22:29), e é também por causa disso que no Antigo Testamento encontramos mais este alerta: "O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento." (Oséias 4:6)

Missionária Oriana Costa


Antes de escolher os Apóstolos - Parte 3.1 - O Sermão da montanha

Neste estudo vamos iniciar a análise de um dos momentos em que o Senhor Jesus começa a explicar com mais detalhes alguns princípios importan...