terça-feira, 12 de junho de 2018

Já ouviu falar do Reino de Deus? - Parte 2

Na primeira parte desse texto informativo sobre o Reino de Deus observamos sua existência na dimensão eterna, suas características como nação independente e soberana sobre as demais nações que conhecemos na terra, e iniciamos uma explicação sobre como fazemos para adquirir a cidadania nesse lugar.

Agora vamos conhecer um pouco mais sobre a aquisição da cidadania no Reino observando outros pontos importantes, que vão proporcionar um maior entendimento no que se refere ao empoderamento de tal cidadania.

Como vimos no texto anterior, para ser um cidadão do Reino de Deus é preciso literalmente NASCER lá, e, inclusive, esta é a única forma de entrar lá. Em nosso mundo material, podemos sair e entrar de outros países apresentando um passaporte (em alguns casos com devida autorização: o visto), e adquirir cidadania em outras nações diferentes daquelas onde nascemos ao cumprirmos os requisitos estabelecidos pelas leis de cada uma. 

Porém, nascer dentro do melhor de todos os lugares (um evento chamado por Jesus de "nascer de novo", ou "novo nascimento") se tornou possível graças ao acordo especial firmado entre o Criador e toda a humanidade através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. 

A cidadania no Reino de Deus, após adquirida, passa a ser ANTERIOR à cidadania no mundo; ela é considerada a primeira cidadania de alguém, pois o Reino de Deus foi concebido antes da nossa realidade material ser criada - esse foi o lugar de onde o nosso universo e tudo quanto há nele vieram.

Seguindo um protocolo único e simples, mas necessário, podemos ser justificados e posteriormente nascer no Reino, ser afiliados ao Pai Criador e ser seus herdeiros ou "herdeiros da vida eterna".

A legalização da cidadania no Reino de Deus não exige nenhum pagamento em dinheiro, como também não vai exigir o pagamento de nenhum imposto ou taxa mensal para a manutenção do lugar. O Reino de Deus é mantido pela palavra do Criador, que se manifesta pelo poder de sua autoridade e soberania.

Ao nascermos no Reino de Deus, automaticamente nós passamos a ser seus representantes enquanto estamos na terra, e sabendo que a realidade desse lugar é totalmente diferente da nossa realidade terrena. Porém, sendo cidadãos do Reino, devemos estar submissos às suas leis em primeiro lugar, e isso significa obedecer às ordens e instruções do Rei Jesus no que se refere à maneira como devemos nos comportar entre nossos concidadãos e também entre aqueles que não fazem parte do Reino, para que especialmente os que não conhecem o lugar saibam que realmente agora pertencemos a essa maravilhosa nação, e que ela é sim tão REAL quanto todo o nosso universo físico.

O protocolo para se nascer no Reino de Deus consiste em declarar, na presença de uma ou mais testemunhas (que já sejam cidadãs do Reino de Deus) a fé no Senhor Jesus Cristo, aceitando o seu governo sobre si e aceitando também a justificação disponibilizada por ele a toda humanidade, acordo este que limpa totalmente a quem a ele aderir de toda transgressão à justiça de Deus. Portanto, é o cumprimento desse requisito que nos faz nascer ali.

Essa declaração falada deve em seguida ser confirmada com um rápido mergulho em água (em qualquer lugar que tenha água onde se possa mergulhar e submergir em segurança). No entanto, essa parte do protocolo, se não puder ser cumprida por motivo de força maior, não invalida a declaração falada diante de uma ou mais testemunhas, que é o principal ponto a se cumprir.

Após essa declaração e confirmação de fé, o indivíduo deve sempre lembrar que aderiu a esse acordo participando de uma ceia junto com outros cidadãos do Reino de Deus (chamados também de irmãos em Cristo). A ceia é um ato simbólico (executada com um pequeno pedaço de pão e um pouco de suco de uva), que não é uma refeição: apenas serve para confirmar que foi estabelecido um acordo eterno através da morte e ressurreição de Cristo, até que Ele retorne e seja visto pelas nações da terra, assim como prometeu.

O mandamento da ceia não deve ser quebrado para a nossa própria proteção, pois ele está sempre nos trazendo à memória a realidade eterna à qual pertencemos e ainda não estamos vendo com nossos olhos naturais; por não podermos vê-la ainda, somos sempre levados a esquecer dela pelos entretenimentos da vida na terra, e assim, ficarmos à mercê das situações ao nosso redor, deixando de usufruir da boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nós. 

É importante que a ceia (também chamada de "Santa ceia") seja feita pelo menos uma vez por mês, pois através dela trazemos à memória a validade e o cumprimento desse acordo ou aliança, até que o tempo da permanência dos cidadãos do Reino de Deus na terra termine e todos sejam levados de volta definitivamente para seu lugar de origem (esse evento é chamado também de "arrebatamento").

Existem muitos ajuntamentos de pessoas que decidiram se tornar cidadãs do Reino de Deus, cada um com um nome em particular (dentre cristãos católicos e evangélicos) de acordo com os costumes locais e também de acordo com o entendimento que possuem das escrituras bíblicas. Então, quando alguém entende a mensagem do Reino de Deus e decide se tornar um cidadão de lá, deve procurar um desses ajuntamentos e aderir ao acordo com Deus publicamente.

Também é importante que o ajuntamento de pessoas procurado esteja obedecendo fielmente ao protocolo para a legalização da cidadania no Reino de Deus citado acima, ou tais pessoas não estarão em unidade com o Rei Jesus Cristo; não estar em unidade com Cristo implica numa grave transgressão contra a justiça de Deus, o que levará essas pessoas a serem julgadas por suas obras, e isso é condenação certa!

É bom lembrar que mesmo após aceitar a Cristo como seu único e suficiente salvador, o indivíduo ainda pode pecar involuntariamente, por  não conseguir impedir o tempo todo a influência de sua carne, que ainda está separada de Deus. E, por isso, se alguém não tiver a justificação dada gratuitamente por Cristo e for julgado por suas obras, será fatidicamente condenado, e perderá o direito à entrada no Reino por descumprir os mandamentos imutáveis e perfeitos da justiça de Deus.

As informações sobre o Reino de Deus contidas neste texto são verdadeiras e confiáveis; elas estão acessíveis para todos no Novo Testamento da Bíblia Sagrada cristã.

Missionária Oriana Costa

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