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quarta-feira, 15 de abril de 2020

A fé verdadeira em Deus.


Com certeza você já deve ter se admirado com a impetuosidade e beleza das grandes árvores dos bosques e das florestas, não é mesmo? Elas são magníficas estruturas vivas e rígidas, pesadas e muito bem fixas no solo com suas raízes profundas. Algumas delas são tão grandes e possuem troncos tão robustos que em alguns lugares do mundo acabam servindo de moradia para algumas pessoas.

Porém, essas árvores demoram muitos anos até que fiquem bem altas e com seus troncos muito largos e densos, e suas raízes se aprofundem na terra. O início delas é uma frágil e pequena semente, que precisa de um lugar com os nutrientes adequados e que seja bem protegido da ação dos animais, da chuva e do vento, para que então se desenvolva corretamente com o passar do tempo.

Pois assim mesmo é a vida de uma pessoa que tem a fé genuína em Deus. Uma vida de fé verdadeira não passa a existir de uma hora para outra. Demora anos para amadurecer. E ela se inicia com uma semente que precisa achar O PRIMEIRO LUGAR no coração de alguém, para que possa se desenvolver.

O conhecimento do Reino de Deus é esta semente. Inicialmente ele é pequenino e delicado. Mas É SOMENTE DELE que nasce uma vida de fé verdadeira em Deus. Se com perseverança tal semente for irrigada e alimentada da forma correta, torna-se uma grande árvore na vida de alguém, fazendo com que tal pessoa dê muitos frutos desse conhecimento e ela mesma usufrua de altos benefícios que não podem ser achados no mundo.

Jesus Cristo nos revela essa realidade através da parábola do grão de mostarda, que pode ser lida no capítulo 13 do evangelho de Mateus.

Assim sendo, é preciso MUITOS ANOS de dedicação para que um dia a fé em Deus no coração de alguém atinja a maturidade. E quando ela chega a este nível, traz para esse indivíduo a plenitude da realidade do Reino de Deus, que é infinitas vezes superior aquela que o mundo nos disponibiliza e que pode ser resumida em uma situação diferenciada de Paz, Justiça e Alegria, que caracterizam a VIDA ETERNA.

O mundo não pode jamais oferecer tal realidade para nós, visto que ele é perecível: nele não há coisas boas que durem para sempre. O que há nele é a operação "sutil" da maldade que é geradora de injustiça, sofrimento, desespero, medo, dúvida, violência, confusão e morte. Então, o mundo pode oferecer alguns momentos bons ou de bem-estar, mas que logo são suprimidos pelas adversidades que também acontecem nele. É desta maneira que os seres humanos que escolhem viver conforme a realidade do mundo vão seguindo.

Portanto, para que alguém usufrua da plenitude do Reino de Deus na terra é necessário conhecê-lo verdadeiramente e chamá-lo à existência praticando OS PRINCÍPIOS que operam neste lugar. Eles nos são revelados e ensinados por Cristo a fim de que se sobreponham às informações advindas do mundo mal em que vivemos.

As informações mundanas entram de diversas formas e sem resistência nos corações desde a infância, e vão se tornando a base das vidas das pessoas. Isso só não acontece quando os pais, conhecendo de antemão o Reino e a Justiça de Deus, ensinam diretamente seus princípios aos filhos. É somente adquirindo o conhecimento do Reino e da Justiça de Deus que somos capacitados a dicernir e rejeitar a operação da maldade que provém do mundo.

Assim sendo, a ÚNICA forma de regar e nutrir corretamente a fé em Deus é alimentando nossas mentes com a verdade do Reino de Deus ensinada por Cristo; essa verdade também é conhecida como "amor" ou "amor de Deus". E alimentar a mente com tal conhecimento até que este se torne uma realidade em nosso dia-a-dia exige grande PERSEVERANÇA, pois o amor ensinado por Jesus é totalmente contrário à realidade que o conhecimento da maldade operante no mundo vem nos impondo desde a nossa meninice, e na qual normalmente a maioria de nós já se acostumou a viver.

Por isso, leva-se anos para que todo o conhecimento enganoso que entrou em nossos corações proveniente da maldade do mundo seja substituído pelo conhecimento do amor de Deus ensinado por Cristo, e por fim a nossa fé em Deus atinja a maturidade.

E então, quando a fé genuína está realmente madura na vida de alguém, ela gera o empoderamento da AUTORIDADE dada aos cidadãos do Reino de Deus pelo Rei Jesus, e também gera uma SEGURANÇA tremenda ou uma grande convicção, que resultam em uma vida justa, alegre, pacífica, provida e saudável, em um comportamento sábio e acompanhado de contínuas ações de graças ao Pai Criador, com momentos maravilhosos e até indescritíveis na presença dele e que culminam em homenagens (louvores) ao Rei Jesus diariamente.

E todo esse comportamento espiritual vai fluindo naturalmente e independentemente da variação das circunstâncias no mundo. Essa é a realidade plena do Reino de Deus.

Como se pode ver, a fé em Deus não é instantânea e também não é nada que se viva de maneira imposta ou forçada, como propõe o pensamento religioso do mundo.

As mudanças efetivas de caráter e a maioria dos milagres advindos da fé genuína em Deus não vão acontecer de uma hora para outra na vida dos indivíduos, pois não há como se provar da maravilhosa  realidade do Reino de Deus sem uma insistência em buscar entendê-lo com clareza, meditando diariamente nas informações contidas nas escrituras e procurando praticá-las. Isso realmente leva tempo e requer muita paciência! Crescer em fé é um processo lento e pode-se dizer também sofrido (porque envolve arrependimento e desapego), mas que a longo prazo traz BÔNUS ETERNOS.

E também não é nada místico: é uma REALIDADE RACIONAL E PERFEITA que se vive pela aquisição e prática de um conhecimento específico, que é estável e infalível: ele não muda com o passar do tempo e o cumprimento da sua legislação não falha jamais.

É muitíssimo importante entendermos que a realidade espiritual PRECISA PASSAR PELA NOSSA RAZÃO, e ser fortalecida em nossas mentes e corações através de uma busca constante, ou não poderemos usufruir dela em sua plenitude.

Então, que fique claro: o nascimento, crescimento e amadurecimento da fé verdadeira em Deus depende diretamente de um primeiro contato com o conhecimento do REINO E DA JUSTIÇA DE DEUS revelado por Cristo, que deve ser seguido de um aprofundamento nele; esse conhecimento está publicado nas escrituras bíblicas e faz parte do conteúdo dos evangelhos e das cartas dos apóstolos. Sem a aquisição dessa sabedoria é impossível que alguém conheça e creia no Deus vivo e se relacione intimamente com Ele.

Missionária Oriana Costa.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Não vim trazer paz à terra

Algumas coisas que Cristo falou parecem não fazer sentido, como esta afirmação na imagem acima: "não vim trazer paz à terra". Como Jesus Cristo não veio trazer paz à terra, se um dos títulos dele é "Príncipe da paz"?

No entanto, o que Ele diz é absolutamente verdadeiro! Ele realmente não veio trazer paz entre todas as pessoas do mundo, exatamente porque muitos não entendem a mensagem de salvação, e não aceitam que precisam de uma justificação eternamente, que unicamente Cristo pode lhes dar.

E, deste modo, infelizmente, aqueles que não compreendem a informação que estão recebendo se levantam contra os que se esforçam para anuncia-la, mesmo que tais pessoas sejam seus parentes ou amigos.

Como bem disse o Rei Jesus, a falta de entendimento da mensagem do evangelho pode acontecer dentro das nossas próprias famílias: "Pois vim para fazer que ‘o homem fique contra seu pai, a filha contra sua mãe, a nora contra sua sogra; os inimigos do homem serão os da sua própria família’. (Mateus 10:35,36)

O acordo ou aliança de paz que Cristo veio estabelecer sacrificando sua vida foi "entre Deus e os  homens", uma reconciliação entre Ele e cada ser humano individualmente, e não entre homens e homens.

Se alguém entende que precisa fazer as pazes com Deus para entrar em seu Reino, se alguém entende que precisa da justificação concedida pelo próprio Deus para ser cidadão de seu Reino assim como Adão era antes do pecado, então vai crer em Jesus e aderir a essa aliança de paz COM DEUS.

E, quem entra em aliança com o Criador pela fé em Jesus Cristo, portanto, começa a aprender através do ensino dele sobre a realidade de Seu Reino e sobre como funciona a Justiça de Deus: suas leis foram concebidas por Ele mesmo e estão em pleno funcionamento, regendo céus e terra, desde o princípio de toda a sua criação.

E só aprendendo essas coisas é que alguém buscará ser um pacificador onde estiver. De posse da informação correta o indivíduo vai ter forças para resistir e rejeitar a ação da maldade em si mesmo e ao seu redor; e terá forças para perseverar em orar, congregar, evangelizar, além de viver e levar a paz do Reino ao qual pertence aonde for. É assim que as coisas funcionam.

Quem rejeita a obra redentora de Cristo está negando reconciliar-se com seu Criador (ainda que não tenha consciência disso). Consequentemente, continuará sendo seu inimigo e não estará em paz com Ele, e exatamente por causa disso não vai se esforçar para viver em paz com o seu próximo, pois isso não lhe fará o menor sentido.

Então, atentem para este detalhe importante: mesmo quem diz ter crido em Jesus Cristo, tendo-o confessado publicamente como seu Senhor e suficiente Salvador, se não buscar saber do que se trata o Reino de Deus nem buscar compreender a Justiça dele, jamais entenderá que precisa se esforçar para viver em paz com o seu próximo e que só assim fará a diferença neste mundo mal, a fim de que a mensagem de justificação seja recebida e entendida pelos outros.

É por este motivo que tantos cristãos estão se comportando como pessoas impiedosas neste tempo; vão as suas igrejas, participam de suas reuniões e eventos religiosos, mas não buscam entender a que lugar pertencem espiritualmente nem buscam entender como funciona a legislação eterna, que Cristo praticamente escancarou diante de nós em seu ensino.

E isso é algo muito grave, pois faz com que a verdadeira anunciação do Reino de Deus NÃO SEJA FEITA COMO DEVERIA! São poucos os que atualmente divulgam com clareza a mensagem do evangelho, pois são poucos os que buscam em primeiro lugar entender o Reino de Deus e a sua Justiça, assim como Cristo orientou que fizéssemos.

O que muito se ouve em nossos dias são mensagens positivistas de impacto, com algum embasamento no conteúdo bíblico e que no momento trazem grande animação, mas depois deixam as pessoas confusas com relação a quem é Deus, ao seu agir e sua perfeita vontade.

Sem o conhecimento real do Reino e da Justiça de Deus a mensagem de fé em Jesus Cristo FICA SEM SENTIDO e, por conseguinte, também fica sem a manifestação plena do seu poder. Por conta disso, muitas pessoas acabam abandonando a fé em Deus, decepcionadas com o que vivenciam sem entender.

É sempre bom lembrar que Jesus Cristo morreu e ressuscitou para que pudéssemos ENTRAR EM SEU REINO gratuitamente, e não perder mais os nossos lugares lá. Ele não fez isso tudo para que nossas vidas aqui no mundo se transformassem num mar de rosas, mas fez para que pudéssemos ter uma chance de sermos livrados de ficar fora de seu Reino para sempre.

O Reino de Deus é o lugar onde o nosso Criador deseja que nós estejamos, o lugar onde a maldade que tem assolado este mundo não existe e não entrará lá de forma alguma. Deus realmente deseja que possamos usufruir da realidade desse lugar plenamente: Ele não quer nosso sofrimento nem a nossa morte para sempre. É esse o conhecimento que leva as pessoas ao arrependimento genuíno em seus corações, e motiva à mudança sincera de atitude delas.

Quando a mensagem do Reino é bem entendida, traz às pessoas curas de enfermidades, libertações diversas, livramentos e provisões inesperadas, e operações de muitos outros milagres, pois a glória desse lugar começa a se manifestar materialmente na vida dos indivíduos de uma forma espetacular, dia após dia. E além de tudo isso, faz com que haja mais frutos de salvação de almas, que é aquilo que o nosso Pai espera receber de nós, que nos esforçamos para imitar a Cristo.

E, para fechar: se o Rei Jesus, que era perfeito, sofreu, foi incompreendido e rejeitado pelos que deveriam tê-lo recebido, quanto mais nós que somos imperfeitos! Por isso, que nós nos esforcemos para viver e anunciar a fé em Jesus Cristo, mas sem expectativas de que todas as outras pessoas vão querer ficar em paz conosco porque o imitamos. As trevas odeiam a Luz.

Missionária Oriana Costa.



Antes de escolher os Apóstolos - Parte 3.1 - O Sermão da montanha

Neste estudo vamos iniciar a análise de um dos momentos em que o Senhor Jesus começa a explicar com mais detalhes alguns princípios importan...