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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Não vim trazer paz à terra

Algumas coisas que Cristo falou parecem não fazer sentido, como esta afirmação na imagem acima: "não vim trazer paz à terra". Como Jesus Cristo não veio trazer paz à terra, se um dos títulos dele é "Príncipe da paz"?

No entanto, o que Ele diz é absolutamente verdadeiro! Ele realmente não veio trazer paz entre todas as pessoas do mundo, exatamente porque muitos não entendem a mensagem de salvação, e não aceitam que precisam de uma justificação eternamente, que unicamente Cristo pode lhes dar.

E, deste modo, infelizmente, aqueles que não compreendem a informação que estão recebendo se levantam contra os que se esforçam para anuncia-la, mesmo que tais pessoas sejam seus parentes ou amigos.

Como bem disse o Rei Jesus, a falta de entendimento da mensagem do evangelho pode acontecer dentro das nossas próprias famílias: "Pois vim para fazer que ‘o homem fique contra seu pai, a filha contra sua mãe, a nora contra sua sogra; os inimigos do homem serão os da sua própria família’. (Mateus 10:35,36)

O acordo ou aliança de paz que Cristo veio estabelecer sacrificando sua vida foi "entre Deus e os  homens", uma reconciliação entre Ele e cada ser humano individualmente, e não entre homens e homens.

Se alguém entende que precisa fazer as pazes com Deus para entrar em seu Reino, se alguém entende que precisa da justificação concedida pelo próprio Deus para ser cidadão de seu Reino assim como Adão era antes do pecado, então vai crer em Jesus e aderir a essa aliança de paz COM DEUS.

E, quem entra em aliança com o Criador pela fé em Jesus Cristo, portanto, começa a aprender através do ensino dele sobre a realidade de Seu Reino e sobre como funciona a Justiça de Deus: suas leis foram concebidas por Ele mesmo e estão em pleno funcionamento, regendo céus e terra, desde o princípio de toda a sua criação.

E só aprendendo essas coisas é que alguém buscará ser um pacificador onde estiver. De posse da informação correta o indivíduo vai ter forças para resistir e rejeitar a ação da maldade em si mesmo e ao seu redor; e terá forças para perseverar em orar, congregar, evangelizar, além de viver e levar a paz do Reino ao qual pertence aonde for. É assim que as coisas funcionam.

Quem rejeita a obra redentora de Cristo está negando reconciliar-se com seu Criador (ainda que não tenha consciência disso). Consequentemente, continuará sendo seu inimigo e não estará em paz com Ele, e exatamente por causa disso não vai se esforçar para viver em paz com o seu próximo, pois isso não lhe fará o menor sentido.

Então, atentem para este detalhe importante: mesmo quem diz ter crido em Jesus Cristo, tendo-o confessado publicamente como seu Senhor e suficiente Salvador, se não buscar saber do que se trata o Reino de Deus nem buscar compreender a Justiça dele, jamais entenderá que precisa se esforçar para viver em paz com o seu próximo e que só assim fará a diferença neste mundo mal, a fim de que a mensagem de justificação seja recebida e entendida pelos outros.

É por este motivo que tantos cristãos estão se comportando como pessoas impiedosas neste tempo; vão as suas igrejas, participam de suas reuniões e eventos religiosos, mas não buscam entender a que lugar pertencem espiritualmente nem buscam entender como funciona a legislação eterna, que Cristo praticamente escancarou diante de nós em seu ensino.

E isso é algo muito grave, pois faz com que a verdadeira anunciação do Reino de Deus NÃO SEJA FEITA COMO DEVERIA! São poucos os que atualmente divulgam com clareza a mensagem do evangelho, pois são poucos os que buscam em primeiro lugar entender o Reino de Deus e a sua Justiça, assim como Cristo orientou que fizéssemos.

O que muito se ouve em nossos dias são mensagens positivistas de impacto, com algum embasamento no conteúdo bíblico e que no momento trazem grande animação, mas depois deixam as pessoas confusas com relação a quem é Deus, ao seu agir e sua perfeita vontade.

Sem o conhecimento real do Reino e da Justiça de Deus a mensagem de fé em Jesus Cristo FICA SEM SENTIDO e, por conseguinte, também fica sem a manifestação plena do seu poder. Por conta disso, muitas pessoas acabam abandonando a fé em Deus, decepcionadas com o que vivenciam sem entender.

É sempre bom lembrar que Jesus Cristo morreu e ressuscitou para que pudéssemos ENTRAR EM SEU REINO gratuitamente, e não perder mais os nossos lugares lá. Ele não fez isso tudo para que nossas vidas aqui no mundo se transformassem num mar de rosas, mas fez para que pudéssemos ter uma chance de sermos livrados de ficar fora de seu Reino para sempre.

O Reino de Deus é o lugar onde o nosso Criador deseja que nós estejamos, o lugar onde a maldade que tem assolado este mundo não existe e não entrará lá de forma alguma. Deus realmente deseja que possamos usufruir da realidade desse lugar plenamente: Ele não quer nosso sofrimento nem a nossa morte para sempre. É esse o conhecimento que leva as pessoas ao arrependimento genuíno em seus corações, e motiva à mudança sincera de atitude delas.

Quando a mensagem do Reino é bem entendida, traz às pessoas curas de enfermidades, libertações diversas, livramentos e provisões inesperadas, e operações de muitos outros milagres, pois a glória desse lugar começa a se manifestar materialmente na vida dos indivíduos de uma forma espetacular, dia após dia. E além de tudo isso, faz com que haja mais frutos de salvação de almas, que é aquilo que o nosso Pai espera receber de nós, que nos esforçamos para imitar a Cristo.

E, para fechar: se o Rei Jesus, que era perfeito, sofreu, foi incompreendido e rejeitado pelos que deveriam tê-lo recebido, quanto mais nós que somos imperfeitos! Por isso, que nós nos esforcemos para viver e anunciar a fé em Jesus Cristo, mas sem expectativas de que todas as outras pessoas vão querer ficar em paz conosco porque o imitamos. As trevas odeiam a Luz.

Missionária Oriana Costa.



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Reino de Deus - o lugar da vida eterna


Sim, somos eternos!

O que você tem buscado? O que você tem desejado? Aquilo que você desejar, aquilo que você buscar, certamente achará.

Se você procurar as coisas deste mundo, você irá achá-las. E se você procurar as coisas eternas, elas também estarão acessíveis.

No entanto, ninguém permanece no mundo para sempre. Chegará um momento em que a realidade eterna tomará totalmente o seu lugar em nossas existências, pois fomos concebidos nela.

Mesmo sabendo disso, muitas vezes nos deixamos levar pela aparência passageira desse mundo e esquecemos que não somos somente matéria: também somos espíritos.

E então vivemos como se tudo se resumisse a este planeta. A maioria de nós passa os dias como se nunca fosse morrer fisicamente; outros até têm consciência de seu tempo de permanência no mundo, mas, levados pelo que veem, agem como se a morte física fosse o fim de suas existências para sempre.

Porém, se também somos espíritos, e estes não se degradam como a matéria, seremos tratados de forma diferenciada por causa de nossa condição - uma parte de nós é material, e a outra, espiritual.

E, para que estas duas partes de nós coexistam de forma organizada e equilibrada, há leis perfeitas regendo-as todo o tempo. Ampliando aqui este entendimento,  percebemos que há leis regendo todo o universo material, para que ele funcione adequadamente, como também existem leis regendo a eternidade, a fim de que ambas não entrem num caos e não se autodestruam.

Contudo, de acordo com o conteúdo das escrituras bíblicas, só existe uma legislação regendo a dimensão física porque antes já existia uma para reger a dimensão espiritual. Isto significa que todas as leis que mantém nosso universo funcionando perfeitamente dependem de leis eternas para serem executadas.

Quando essas leis perfeitas são contrariadas, certamente haverá um juízo infalível sobre toda a transgressão.

Então há tempo e julgamento para todas as coisas, nada pode fugir ao alcance das Leis Eternas. Chegará o momento em que tudo o que se encontra fora daquilo que já foi estabelecido na Criação será julgado definitivamente, conforme consta nos registros bíblicos.

Portanto, quem não estiver de acordo com a legislação eterna, estará condenado à destruição para sempre. O problema é que a destruição na dimensão espiritual não tem fim! Não é como acontece aqui em nosso mundo material. Quem é condenado à morte, no espírito, vai sofrê-la para sempre, pois espíritos existem para sempre.

Vida e morte na eternidade

Na realidade eterna, as coisas acontecem de uma forma totalmente diferente do nosso mundo. Talvez isso seja um tanto difícil de entender à princípio, mas, lendo as escrituras bíblicas e meditando em seu conteúdo, aos poucos vamos tendo uma noção de como as coisas acontecem por lá.

É especificamente da morte eterna ou morte espiritual que o Criador dos céus e da terra deseja nos livrar! Foi para nos livrar da condenação à destruição na eternidade que Cristo veio até nós, se entregando para sofrer em seu corpo o castigo pelas transgressões de toda a humanidade. Em seguida, Ele foi ressuscitado pelo Pai, que lhe deu toda a autoridade sobre a Terra - autoridade esta que Deus tinha dado no princípio a Adão -, e também lhe deu toda a autoridade na dimensão espiritual (Céus), a fim de julgar nas duas realidades, física e eterna.

É importante que todos saibam que pecar contra a justiça de Deus ou contrariá-la em qualquer ponto dela nos torna Seus inimigos, dignos de condenação à morte para sempre, segundo o que já foi estabelecido pelo próprio Criador antes de nos dar vida. Portanto, não há como alguém se justificar de suas transgressões diante de Deus de si mesmo, fazendo obras de caridade e outras boas ações, pois, concomitantemente ao bem que praticar, também continuará ofendendo a Deus, pela ação do mal que está dentro de si.

No entanto, há uma boa notícia para todos nós: Deus não quer a nossa destruição, mesmo sabendo que nossa situação é condenatória! Assim sendo, o nosso Criador nos deu uma chance única de conseguirmos uma justificação diante dele, para que, no momento em que passarmos para a eternidade, não sejamos destruídos para sempre. Por conseguinte, é crendo que Jesus Cristo morreu em nosso lugar, a fim de nos redimir de nossas transgressões espiritualmente, que passamos a ser justos diante do Pai e adquirimos o direito de herdar A VIDA ETERNA.

A vida eterna

Muito pouco se discute sobre a vida eterna, mas é essencial que também tenhamos o entendimento do que seja VIVER PARA SEMPRE.

Tanto a morte quanto a vida, na eternidade, estão ligadas a um lugar especial: o Reino de Deus. Este Reino pode ser percebido de duas formas: como lugar e como um sistema de governo perfeito. E, ao contrário do que muita gente imagina, o Reino de Deus não são as igrejas cristãs! Isso mesmo!

As igrejas cristãs são apenas os locais terrenos onde se reúnem aqueles que entenderam e aceitaram que todos os seres humanos precisam de uma justificação diante do Pai, para fazerem parte de seu Reino; e estas mesmas pessoas estão se dispondo a anunciar isto aos que ainda não entenderam essa necessidade. Os que dão crédito à sua mensagem se juntam a eles.

É por este motivo que nunca existiu nem existirá igrejas perfeitas na terra, pois, apesar de estarem justificadas de suas transgressões por causa da fé que têm no sacrifício de Jesus para lhes redimir, todas as pessoas que fazem parte delas continuam imperfeitas e ainda podem pecar, por causa da influência de suas próprias carnes.

As mudanças de atitudes benéficas oriundas da verdadeira conversão são geradas pela renovação dos nossos entendimentos, quando passamos a buscar pelo conhecimento da realidade do Reino de Deus e pelo entendimento da ação de sua justiça; e tais mudanças levam todo o tempo de nossas permanências neste mundo, o que significa que nesse percurso ainda poderemos errar muitas vezes.

Pelo ensino de Cristo sabemos que, se cremos nele como nosso salvador, nossos espíritos nascem de novo dentro de Seu Reino. Por esse motivo, os que nascem de novo espiritualmente são chamados de "novas criaturas" no Novo Testamento. Apesar de tal "novo nascimento", nossos corpos continuam os mesmos, aguardando para serem transformados, a fim de se adequarem plenamente à Justiça eterna.

Assim sendo, quem realmente crê na obra redentora de Cristo automaticamente se coloca debaixo de Seu governo, e, por isso, deve buscar, antes de qualquer outra coisa, entender o REINO e a Justiça de Deus assim como Jesus orienta em seu ensino, para que possa ter consciência e convicção de onde seu espírito está no momento. Através dessa certeza é que o indivíduo se torna capaz de dominar os desejos contrários à retidão de Deus, que são provenientes de sua alma e seu corpo, e também se torna capaz de resistir às sugestões contrárias vindas do mundo que lhe cerca.

Resistir e renunciar aos desejos e sentimentos contrários à justiça de Deus, provenientes do mundo e da nossa carne, não nos torna perfeitos todo o tempo, pois em um momento ou outro nós vamos falhar; mas, dentre outros benefícios, escolher resistir e renunciar à operação da maldade nos livra de sermos atingidos pelo juízo decretado por Deus sobre ela, bem como nos leva a fazer a diferença neste mundo tão cheio de maldades e injustiças.

No momento, o Reino de Deus - enquanto lugar - não pode ser visualizado entre nós, pois ele foi desligado do nosso planeta durante o evento do Dilúvio. 

Quando o Pai retirou o homem de seu Reino após o julgamento pelo pecado, este lugar ainda continuou sendo visto na terra. Depois de um tempo, a fim de cumprir o plano de salvação para a humanidade, o nosso Criador precisou separar o Reino do mundo, literalmente arrancando-o da face da terra (lembre que ele foi PLANTADO no planeta: leia Gênesis 2:8). 

Por isso, Deus precisou modificar a face da terra para que ela continuasse a funcionar separada da sua presença; e foi a partir do Dilúvio que o Reino de Deus foi desligado do mundo e permanece ocultado para a humanidade, somente podendo ser visto na região espiritual ou eterna, ou discernido através do conhecimento da Justiça de Deus revelado por Cristo.

Após estabelecer o acordo de paz com os homens, Deus está permitindo a todos provarem de Seu Reino no âmbito governamental; essa experiência se traduz na manifestação da glória do reinado de Cristo entre nós. O governo do Rei Jesus é perfeito, infalível, justo, isento de maldade.

Quando a glória do Reino de Deus se manifesta entre as pessoas, geralmente ocorrem o que conhecemos como "milagres" e "prodígios". Esses acontecimentos, portanto, nada mais são do que a interação da realidade do Reino de Deus com a nossa realidade material, servindo para confirmar sua existência e funcionalidade. Um dos eventos ligados a essa interação, e que acontece com maior frequência, são as curas de enfermidades; e Jesus Cristo demonstrou isso repetidas vezes, durante o tempo que passou anunciando pessoalmente o Seu Reino entre nós, porque nesse lugar não há doenças nem sofrimento de nenhuma espécie. 

Retomando o raciocínio do nosso texto, vida e morte, na eternidade, estão ligadas diretamente ao Reino de Deus porque representam onde o indivíduo se encontrará eternamente, que é dentro ou fora desse lugar. Espiritualmente, portanto, estar vivo quer dizer estar dentro do Reino, e estar morto significa estar fora dele.

O novo nascimento e a fé genuína

Na Bíblia, como vimos na sessão anterior deste texto, somos informados de que se crermos na obra redentora de Jesus Cristo, aceitando o perdão das nossas transgressões contra a justiça de Deus disponibilizado gratuitamente para a toda a humanidade, nós NASCEMOS ESPIRITUALMENTE DENTRO DE SEU REINO. Este perdão foi comprado por Jesus para nós através de sua morte na cruz, que satisfez a exigência feita pela Justiça eterna para que um transgressor da Lei possa ser justificado. O sacrifício de Jesus por nós, portanto, é o que estabelece o acordo de paz entre o Criador e toda a humanidade. Quem adere a este acordo está legalmente justificado diante do Pai ou está "salvo".

Ao nascer novamente dentro do Reino nós recuperamos a filiação com o nosso Criador, que foi perdida no momento em que Adão foi expulso dali quando contrariou a Justiça eterna. E, sendo filhos de Deus, adquirimos o direito de herdar a vida eterna. Então, o Criador fez com que tivéssemos apenas uma opção de adquirir a vida na eternidade, que é HERDANDO-A, através da adesão ao "acordo de paz" estabelecido por Ele.

E, como vemos, essa herança precisa ser POR FILIAÇÃO; quem não é filho de Deus legitimamente, assim como Jesus Cristo o é, não pode herdar a vida eterna. Portanto, a única maneira de nos afiliarmos a Deus com legitimidade é através da aceitação e credibilidade que damos à informação de que Cristo foi sacrificado para justificar a humanidade, que, na Bíblia, se trata da tão falada "fé em Deus".

Muitas pessoas dizem que tem fé em Deus, porém, é bom prestar atenção neste detalhe: fé genuína em Deus é aquela que nos leva a crer em Jesus como nosso justificador diante do Pai, aceitando seu governo sobre nós sem resistência, pois ela acontece mediante um arrependimento consciente da nossa situação de transgressores da justiça de Deus.

E isso é algo tão sério, que ao aceitarmos o perdão de Deus crendo em Jesus, nossos nomes passam a constar em um documento oficial, que nas escrituras bíblicas é chamado de "Livro da vida". Quem realmente se afiliou a Deus, portanto, tem seu nome escrito nesse livro. O nosso Deus Criador é muito organizado e metódico, e eu diria até "legalista" (no bom sentido da palavra, é claro), pois Ele jamais age fora daquilo que já instituiu eternamente.

A morte na eternidade

A morte eterna, ao contrário da vida na eternidade, é estar fora do Reino de Deus. E estarão nessa condição para sempre todos aqueles que não nascerem espiritualmente dentro de Seu Reino e não estiverem afiliados ao Pai pelo processo de justificação.

Assim sendo, quem nega ou não dá credibilidade à mensagem de salvação, que nos alerta a receber a justificação que é dada gratuitamente pelo Criador a toda a humanidade, pelo sacrifício voluntário de Seu Filho Jesus Cristo, NÃO TEM A FÉ GENUÍNA EM DEUS, está morto na dimensão eterna e, obviamente, não tem seu nome escrito no livro da vida.

E encontrar-se nessa situação é algo muito grave, pois significa que o sujeito está negando se reconciliar com o Seu Criador e não quer estar em paz com Ele.

A consciência de que precisamos de uma justificação eternamente só vem às nossas mentes no momento em que aceitamos ser confrontados pelo conhecimento da reta Justiça de Deus; ela nos faz enxergar o fato de que NÃO SOMOS PLENAMENTE BONS assim como Deus o é, por mais que nos esforcemos muito fazendo boas obras.

Se vivermos somente de acordo com o que sentimos e desejamos no mundo, estaremos contrariando a Justiça de Deus todo o tempo sem nos darmos conta disso; e não há como parar de transgredi-la sem aceitarmos a ajuda do nosso Criador!

Por isso precisamos ter fé em Deus de fato, procurando conhecer a realidade do Reino de Deus e como funciona a Justiça eterna, para que nos adaptemos a elas e possamos usufruir, na Terra, da boa, agradável e perfeita vontade do Pai, assim como ela acontece nos Céus. 

A Bíblia é verdadeira, sendo documento original, digno de credibilidade. Todas as informações contidas neste texto são embasadas nela. Quem entende bem o seu conteúdo encontra o tesouro mais precioso de todos: o conhecimento da verdade.

Missionária Oriana Costa.

Antes de escolher os Apóstolos - Parte 3.1 - O Sermão da montanha

Neste estudo vamos iniciar a análise de um dos momentos em que o Senhor Jesus começa a explicar com mais detalhes alguns princípios importan...